Quando a tragédia bate (Parte III)

Quando os problemas apertam, o Senhor está presente


Por: Fred D. Jarvis

Provações, dificuldades e tentações nos ensinam, treinam e fortalecem.

Pressões e problemas nos preparam para coisas melhores. Gemidos nos fazem crescer. Problemas nos levam a orar. Ao mesmo tempo, Cristo não permitirá que as preocupações nos pressionem além do que podemos suportar (1 Co 10.13).
Problemas podem ser páginas no manual da vida. Muitas vezes, produzem os melhores formandos da escola de sofrimento. Até mesmo o fracasso pode ser a antecâmara do sucesso. Os clássicos geralmente são mais fáceis de ler porque são os mais difíceis de serem escritos. Deus, às vezes, nos permite fracassar a fim de levar-nos ao sucesso. As humilhações de sucessivos fracassos é um preço pequeno diante do imenso valor do sucesso final. A claridade tranquila na alma geralmente é resultado de um arco-íris que veio na esteira de uma tempestade passageira. Quando a depressão nos faz pendurar o coração num salgueiro, é aí que nos lembramos daquele cujas misericórdias nunca falham; são novas cada manhã. Grande é a sua fidelidade (Lm 3.21-23).
Graças a Deus pelas maravilhosas compensações pelo sofrimento. Cristo recompensará rica e plenamente todos os tormentos sofridos nas tribulações e as lágrimas de tristeza que derramamos.
A tristeza pode ser um espelho que mostra realmente quem somos. Alguns dos maiores homens foram aqueles que suportaram o maior sofrimento. Deus precisou colocar Paulo na prisão para fazer com que escrevesse suas grandes cartas. José suportou grande sofrimento e humilhação antes de ser promovido da prisão para tornar-se primeiro-ministro. Foram acontecimentos que pareciam tragédias que fizeram de Jó um grande homem que marcou a história. Daniel teve de enfrentar a provação de ser lançado na cova de leões como parte de sua preparação para ser o segundo em autoridade no reino.
Não existe uma resposta simples ao mistério do sofrimento. Muitos problemas são realmente fruto das nossas próprias falhas e consequência do nosso pecado. A tristeza não é tanto um castigo pelos nossos pecados quanto uma consequência deles.
Nestes dias de pessimismo, cinismo e desilusão, vejamos a vida e o mundo assim como Deus os vê. O mundo de sofrimento e tristeza é, de fato, um mundo de mistério. Não podemos encontrar uma explicação fácil para uma criança que é levada no auge do seu vigor, para um ente querido que é acometido por uma doença temida ou para famílias que são separadas por morte ou divórcio. O problema da dor é universal.
Entretanto, Deus não abandona o homem ao seu próprio destino. Temos recursos muito além dos nossos. Como são reconfortantes as palavras ditas a Abraão: “Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande” (Gn 15.1).

Links: Artigo I -  Artigo II -

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