A união é que faz a paz


Por: Josenildo Souza

Quero me expressar neste momento, sobre algo muito valioso em nossas vidas, que é a união. Muitos confundem união com amizade.

Diria eu, que ambas podem até terem algo relacionado, todavia, também são dotados de suas particularidades. União pode ser a ligação ou combinação de esforços e pensamentos para um bem comum; enquanto a amizade é a relação efetiva entre os indivíduos. Deixaremos a amizade para falarmos em outra oportunidade. Neste momento o intuito é focarmos apenas no contexto da união.
O salmista, dotado de excelente sabedoria, no verso primeiro do salmo de numero 133, expressou-se da seguinte forma: Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.  Este texto nada mais é que um conselho inspirado por Deus para a nossa vida.
O apostolo João, assim como outros escritores do novo testamento; reforça ainda mais esta ideia, quando focaliza a comunidade neste contexto; dando uma nova termologia ao seguimento e esta junção resulta na palavra comunhão; a mesma tem o seguinte significado: harmonia no modo de sentir, pensar, agir; identificação: comunhão de pensamentos.
Mas a pergunta é: porque temos nos esquecidos disso ultimamente, principalmente em nosso meio cristão? Temos valorizado mais o seguimento religioso do que as pessoas que nele seguem? Todas as pessoas que dizem acreditar em Deus vivem uma promessa de vida eterna no céu. Mas será que se tudo isso for verdade, vai haver uma separação por denominação lá na morada do altíssimo? Então por que existem tantas disputas aqui na terra, se todos dizem viver a mesma promessa?
Vejamos o que disse Mateus: “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu” (Mt 18.18). Portanto é imprescindível que deixemos nossa hipocrisia de púlpito de lado e possamos viver aqui na terra a verdadeira comunhão que nos ensinou o mestre Jesus. Que sejam evangélicos (independente da denominação), católicos, espiritas, os sem religião e até mesmo os nossos irmãos ateus; a comunhão é para ser vivida por todos.
Certa vez, conversando com um amigo; hoje pastor, mas na época um postulante a tal função, ele fez o seguinte questionamento em relação a nossa conversa, qual tratava justamente, sobre a falta de união, entre os líderes cristãos: será que eles descobriram que o céu não existe e não querem nos deixar informados disso? Foi apenas um questionamento momentâneo, pois não quero de forma alguma formular uma tese sobre esta questão e investiga-lo se realmente o céu existe ou não. Pela fé ele existe. Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. Hebreus 11:1.

Entretanto, não posso crer de forma alguma é que os modos operandis, da maioria dos líderes cristãos nos dias atuais seja pura e verdadeira a vontade de leva-las almas ao céu. Se perdem a cada dia na embriaguez do poder, focam mais nas disputas ministeriais que na pregação da palavra genuína. Alguns deles chegam a pregarem mais acusações direcionadas a outros líderes, ao pregarem a palavra de salvação direcionada aos que estão perdidos em meio as trevas de satanás.
Mas que não troquemos nossa missão pela decepção. Que a cada dia possamos olhar mais para aquele que nos remiu, tomando nossas almas das mãos do inimigo e nos tornando salvos pela preciosa e abundante graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Oremos sempre para que o arrependimento brotem nos corações dos falsos mestres e que a união entre cada um de nós, seja o combustível necessário para caminharmos neste caminho apertado, mas que nos levará a morada eterna, ao lado de Jesus


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